Literatura.
Minha literatura é essa aqui.
Diferente de Machado de Assis.
Porem alguém verá verdade.
Não sou Carlo Drumonnd de Andrades.
Na literatura palavras vou juntando.
A minha vida é seca como diz Graciliano Ramos.
Mas chegou a hora da estrela nesse grande universo.
Quem me disse isso foi Clarice Lispector.
Entre mim o tempo e o vento passam rapidíssimo.
Como eu queria ter conhecido Érico Veríssimo.
Minha vida esta um cortiço que tenho medo.
Até outros dias falei com Aloísio de Azevedo.
E nem mesmo assim minha literatura achou contexto.
Encontrei a moreninha logo cedo.
E logo liguei para o Joaquim Manuel de Macedo.
Mas as primaveras passaram e ninguém percebeu.
Somente Casimiro de Abreu.
Amar, verbo intransitivo.
Mario de Andrade entendia bem disso.
Literatura, literária da liturgia.
Brincar com as palavras sempre foi o que eu queria.
Ou isto ou aquilo quem reconhece.
Somente Cecília Meireles.
Sobre a viuvinha quem já ouviu falar?
Nem mesmo José de Alencar.
Então melhor deixar pra la.
Assim me lembro de alguns da nossa literatura.
E por aqui acaba minha escritura.
Autor: Elvis poeta de rua
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
terça-feira, 27 de outubro de 2009
SIMPLES PALAVRAS.
Assim como toda melodia.
Precisa de harmonia.
Todo poeta precisa de poesias.
Mas eu preciso de você em minha vida.
Simples palavras é o que estou procurando.
Para dizer muito mais que te amo.
Escrevo palavras de amor.
Tristeza, alegria e dor.
Simples palavras foi o que me restou.
Não procuro em muitas palavras.
Uma forma para te demonstrar.
Mas em simples palavras.
Nasci para te amar.
Autor: Elvis poeta de rua.
Precisa de harmonia.
Todo poeta precisa de poesias.
Mas eu preciso de você em minha vida.
Simples palavras é o que estou procurando.
Para dizer muito mais que te amo.
Escrevo palavras de amor.
Tristeza, alegria e dor.
Simples palavras foi o que me restou.
Não procuro em muitas palavras.
Uma forma para te demonstrar.
Mas em simples palavras.
Nasci para te amar.
Autor: Elvis poeta de rua.
SIMPLES BARRACO.
Levantei as paredes de alegria.
Coloquei uma janela de saudade.
Tudo para esperar você chegar.
Mesmo que não fosse verdade.
Limpei o quintal da melancolia.
Cultivei o jardim da tristeza.
Só para ter de volta sua beleza.
E esse seu jeito de princesa.
Construí tudo isso com o amor que estava trancado.
Não é uma mansão de riqueza e nem luxurias.
Mas meu amor é um simples barraco.
E para você ainda tem espaço.
Autor: Elvis poeta de rua.
Coloquei uma janela de saudade.
Tudo para esperar você chegar.
Mesmo que não fosse verdade.
Limpei o quintal da melancolia.
Cultivei o jardim da tristeza.
Só para ter de volta sua beleza.
E esse seu jeito de princesa.
Construí tudo isso com o amor que estava trancado.
Não é uma mansão de riqueza e nem luxurias.
Mas meu amor é um simples barraco.
E para você ainda tem espaço.
Autor: Elvis poeta de rua.
QUANDO O CORAÇÃO CHORA.
Não se escuta seu choro ou seu grito de dor.
Não escutamos seu rancor ou falta de amor.
Sua lagrimas não se espalham.
Mas sofre pelos que não amam.
Quando meu coração chorar.
Não tente secar minhas lagrimas.
Pois elas não iram se acabar.
Enquanto você não voltar.
Se me vir sorrindo por fora.
Por dentro estou desabando.
É por esse amor.
Que meu coração esta chorando.
Autor: Elvis poeta de rua.
Não escutamos seu rancor ou falta de amor.
Sua lagrimas não se espalham.
Mas sofre pelos que não amam.
Quando meu coração chorar.
Não tente secar minhas lagrimas.
Pois elas não iram se acabar.
Enquanto você não voltar.
Se me vir sorrindo por fora.
Por dentro estou desabando.
É por esse amor.
Que meu coração esta chorando.
Autor: Elvis poeta de rua.
RETRATOS DA SAUDADE.
Quando você partiu o que sobrou foi seu rosto.
Em foto três por quatro para me encher de desgosto.
Tento apagar o passado que me causa solidão.
Mas o seu retrato esta no meu coração.
Quando te vejo passar meu corpo estremece.
Mas hoje só tenho retrato, desse amor que não me aquece.
Nem mesmo o sol tem o brilho do seu olhar.
Hoje o que tenho é só o seu retrato para poder amar.
Sinto-me preso a você pelo seu jeito de ser.
Procuro outras pessoas, mas não consigo te esquecer.
Volte para mim e devolva minha alegria e felicidade.
E leve embora esse seu retrato de saudade.
Autor: Elvis poeta de rua.
Em foto três por quatro para me encher de desgosto.
Tento apagar o passado que me causa solidão.
Mas o seu retrato esta no meu coração.
Quando te vejo passar meu corpo estremece.
Mas hoje só tenho retrato, desse amor que não me aquece.
Nem mesmo o sol tem o brilho do seu olhar.
Hoje o que tenho é só o seu retrato para poder amar.
Sinto-me preso a você pelo seu jeito de ser.
Procuro outras pessoas, mas não consigo te esquecer.
Volte para mim e devolva minha alegria e felicidade.
E leve embora esse seu retrato de saudade.
Autor: Elvis poeta de rua.
MENDIGANDO AMOR.
De rua em rua.
De olhar em olhar.
Procurando no seu olhar.
Uma pessoa para amar.
Com o coração mal vestido.
Com o rosto sofrido.
Com perfume vencido.
Pior que um mendigo.
Que pede esmolas para comer.
Eu mendigo o seu amor para viver.
Sou triste sem rumo.
Sem amor e futuro.
Perambulo pelas ruas tentando encontrar.
A pessoa certa para amar.
Mas até chegar lá carrego essa dor.
Se me vêem pedindo nas ruas.
Só estou mendigando amor.
Autor: Elvis poeta de rua.
De olhar em olhar.
Procurando no seu olhar.
Uma pessoa para amar.
Com o coração mal vestido.
Com o rosto sofrido.
Com perfume vencido.
Pior que um mendigo.
Que pede esmolas para comer.
Eu mendigo o seu amor para viver.
Sou triste sem rumo.
Sem amor e futuro.
Perambulo pelas ruas tentando encontrar.
A pessoa certa para amar.
Mas até chegar lá carrego essa dor.
Se me vêem pedindo nas ruas.
Só estou mendigando amor.
Autor: Elvis poeta de rua.
POESIA MORTA EM VIDA.
Quantas poesias de amores dedicadas.
Quanta lagrima escrita.
Quantas alegrias cifradas.
Quantas poesias esquecidas e resumidas.
Que sente, sofre e que risca.
Poesia que fala do amor.
Do aroma da flor.
Da alegria e da dor.
Poeta que se expressa na folha como irmão.
Que dedica a escrita toda sua dor e solidão.
Que se lembra do amor de verdade.
Poesia morta em vida que sempre deixa saudade.
Hoje sou poeta dessa poesia.
Que leva minha dor e alegria.
Que deixa o amor aonde tinha melancolia.
Que essa poesia morta em vida.
Seja mais vida do que morta.
Por que o poeta morre, mas a poesia fica.
Na mente daqueles que entendem a escrita.
Por isso minha poesia morta viva.
E espelhe sua alegria.
Autor: Elvis poeta de rua.
Quanta lagrima escrita.
Quantas alegrias cifradas.
Quantas poesias esquecidas e resumidas.
Que sente, sofre e que risca.
Poesia que fala do amor.
Do aroma da flor.
Da alegria e da dor.
Poeta que se expressa na folha como irmão.
Que dedica a escrita toda sua dor e solidão.
Que se lembra do amor de verdade.
Poesia morta em vida que sempre deixa saudade.
Hoje sou poeta dessa poesia.
Que leva minha dor e alegria.
Que deixa o amor aonde tinha melancolia.
Que essa poesia morta em vida.
Seja mais vida do que morta.
Por que o poeta morre, mas a poesia fica.
Na mente daqueles que entendem a escrita.
Por isso minha poesia morta viva.
E espelhe sua alegria.
Autor: Elvis poeta de rua.
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